Oitavo Congresso Anual - "Sustentabilidade e Governança: Estratégia para a Perenidade das Organizações".
No segundo semestre, o Instituto lança o Código de Conduta do IBGC e mais dois cadernos de governança: o Guia de Orientação para Gerenciamento de Riscos Corporativos e o Guia de Sustentabilidade para as Empresas.
Publica a 2ª edição dos Cadernos: Manual Prático de Recomendações Estatutárias e Guia de Orientação para o Conselho fiscal.
Acontece o 7° Congresso Anual - "Governança Aplicada: A Eficácia do Conselho de Administração", com a novidade de ser realizado pela primeira vez em dois dias.
O Instituto publica o seu 2° livro "Governança Corporativa em Empresas de Controle Familiar: Casos de Destaque no Brasil".
Lançamento do 2° Caderno de Governança Corporativa: Manual Prático de Recomendações Estatutárias.
Acontece a 1ª edição do Prêmio IBGC-Itaú de Jornalismo.
Ocorre a revitalização do Grupo de Implementação da Visão, com a definição do planejamento estratégico para os próximos 10 anos.
"Governança Corporativa sob todos os Ângulos" é o tema da sexta edição do Congresso Anual.
Publicação do primeiro volume da série denominada "Cadernos de Governança Corporativa": o Guia de Orientação para o Conselho Fiscal.
Acontece a 1ª edição do Prêmio IBGC de Governança Corporativa.
IBGC lança o livro "Uma década de Governança Corporativa - História do IBGC, marcos e lições da experiência" e organiza, no Theatro Municipal de São Paulo, concerto em comemoração aos 10 anos de fundação.
Formaliza-se o terceiro Capítulo, o Paraná (filial).
Em sua quinta edição, o Congresso passa a discutir agendas temáticas, inaugurada com o tema: "O Modelo Brasileiro de Governança Corporativa".
Lança, em edição revista e ampliada, a 3ª terceira versão do "Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa", abordando de forma didática e detalhada o papel dos diferentes públicos-alvo da governança. Foram distribuídos 15 mil exemplares.
Co-organiza a 10ª Conferência Anual da International Corporate Governance Network (ICGN), no Rio de Janeiro, com público recorde de 600 participantes. Organiza também o Centro de Pesquisas e Conhecimento do IBGC.
Formaliza-se o Capítulo Rio (filial).
A partir do planejamento estratégico formulado no ano anterior, cria-se o Grupo de Implementação da Visão (GIV) com o propósito de tornar realidade seus objetivos. Estabelece-se cinco prioridades dentre 13 propostas.
Realiza o 4° Congresso Brasileiro de Governança Corporativa, a 1ª edição do Prêmio IBGC de Monografias e lança a pesquisa Panorama Atual da Governança Corporativa no Brasil, objeto de parceria entre o IBGC e a Booz Allen Hamilton.
Há a formalização do primeiro capítulo do Instituto, o Capítulo Sul (filial).
Acontece o 3° Congresso Brasileiro de Governança Corporativa
Criado pelo Instituto o Banco de Conselheiros, com o registro de mais de 200 conselheiros independentes
O IBGC inicia a implantação de um processo de planejamento estratégico para nortear seus passos até 2010 e garantir seu propósito de ser a principal referência nacional em governança corporativa.
Ocorre o 2° Congresso Brasileiro de Governança Corporativa
Lança também a 2ª versão do "Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa", na qual é ampliada o foco da governança e passa-se a abordar a propriedade, gestão, auditoria independente e ética, além do conselho de administração.
Ao final do ano, o IBGC já reunia 276 associados.
Realiza o 1° Congresso Brasileiro de Governança Corporativa, em novembro, em comemoração ao 5° aniversário do IBGC, com a participação de 190 pessoas. A intenção era também divulgar os conceitos e práticas de governança corporativa.
Co-organiza a 1ª Mesa Redonda de Governança Corporativa da América Latina, promovida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e pelo Banco Mundial.
O Instituto passa a se denominar IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).
Em maio, lança o "Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa", focado no conselho de administração.
No mesmo período, realiza o Seminário Corporate Governance in Europe, em Paris e Londres, organizado especialmente para associados do IBGC.
Desenvolve o primeiro curso de formação de conselheiros de administração, com 104 horas de duração.
Em Boston e Nova York, o IBCA realiza o Seminário "Formação de Capital e o Conselho de Administração", com a participação de professores da Harvard Business School. Além de organizar o Seminário de Governança Corporativa, no auditório do BNDES, com apoio do BNDESPar e CVM.
Com questionários distribuídos a 120 presidentes e conselheiros de empresas, o IBCA realiza a versão brasileira da Corporate Governance Survey, da National Association of Corporate Directors (NACD).
O quadro de associados do IBCA chega a 107 membros.
Inicia-se a estruturação do curso para conselheiros de administração.
O primeiro evento público do IBCA, no Museu de Arte Moderna, abre um ciclo de debates inédito no País, sobre conselheiros de administração e governança corporativa, tendo como palestrante Roberto Teixeira da Costa, primeiro Presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os ciclos de palestras passariam a ser mensais.
E em outubro, destaca-se a vinda e participação como palestrante do chairman do Comitê de Assuntos Financeiros de Conselhos de Administração, da Inglaterra, Sir Adrian Cadbury.
Nasce o Instituto Brasileiro de Conselheiros de Administração (IBCA), com sede no Instituto Liberal, na Avenida Brasil, 1837, em São Paulo. A solenidade inaugural reúne um grupo de 37 fundadores.
Bengt Hallqvist e João Bosco Lodi idealizam uma entidade capaz de formular e debater questões do universo dos conselheiros de administração. A intenção é buscar novas regras baseadas nos movimentos de acionistas dos EUA.