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Lições aprendidas durante o 4º Encontro de Conselheiros

13/06/2016

Ao final da 4ª sessão, Adriane de Almeida, superintendente de Conhecimento do IBGC, foi ao palco apresentar um resumo dos principais pontos abordados durante o 4º Encontro de Conselheiros. O texto, em formato de bullet points, foi elaborado pela equipe de Conhecimento do instituto ao longo de toda a programação. 

Confira abaixo os pontos destacados:

1    Quatro aspectos comportamentais que podem auxiliar as pessoas individualmente, e devem ser considerados para atuação contributiva nos conselhos: conhecer a si mesmo, controlar as emoções, ler o ambiente e gerenciar relacionamentos.

2    Na dinâmica da reunião, PCA deve criar um clima de contribuição entre os Conselheiros, estimulando a participação de todos, inclusive controlando suas emoções, extraindo o melhor de cada membro do Conselho: sabendo interromper os mais vocais e ouvir mesmo a opinião daqueles que não são os especialistas no assunto.  

3    CA deve interagir com o CEO, tomando o cuidando de não lhe tomar tempo em demasia, que deveria ser dedicado ao negócio, e o CA deve apoiar o CEO, motivá-lo e fazê-lo concentrar-se nos objetivos da organização.

4    A estratégia é dever indelegável do CA. Cabe a ele conduzir um processo que inclui visão de fora, seguida de um olhar para dentro, que é o plano estratégico e depois o orçamento, sempre com o cuidado de não se dedicar tempo demasiado, pois os processos não podem sobrepor a execução dos objetivos. 

5    O CA define o tom e deve aceitar que os executivos podem ter objetivos diferentes, e por isso cabe ao CA definir a agenda. Alinhamento entre CA e gestão inclui empatia e uma definição clara do que é bom para a empresa e que ambos os órgãos devem buscar. 

   A inovação é decorrente de um sistema, onde o principal ingrediente são as pessoas, além de um processo que estimule a inovação. 

7    É papel do Conselho alinhar o quanto é necessário de inovação e qual o racional nesse processo, devendo avaliar e definir: o quanto inovar, o porquê inovar, onde inovar e com quem inovar, além do modelo de Governança a ser adotado.

8    O Conselho precisa entender a cultura da empresa, olhando para frente, cuidando do futuro e fazendo os questionamentos adequados sobre as possíveis mudanças, além de cuidar para que a projeção de resultados não mate as inovações e criar a cultura do aprendizado, que permite aprender com os erros. 

 

 

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