A governança que o IBGC pratica

Como organização dedicada à promoção da governança corporativa, o IBGC adota os princípios da governança corporativa – transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa – em suas próprias atividades, assim como segue as recomendações do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa.

A base do sistema de governança do IBGC está prevista no estatuto social, documento que estabelece o objeto social do instituto, além dos direitos e deveres dos associados. O IBGC também possui uma matriz Raci (Responsible, Accountable, Consult and Inform), que atribui responsabilidades e funções dentro da organização e promove equilíbrio entre as responsabilidades do conselho, da diretoria e da gestão.

backgroundImageAlt1

Relatório anual

O IBGC mantém a prática de elaborar e publicar relatórios anuais desde sua fundação, em 1995. O documento é desenvolvido de acordo com o Global Reporting Initiative (GRI) Standards e inclui as demonstrações financeiras auditadas por firma independente.

Confira o Relatório Anual 2018
backgroundImageAlt2

Assembleia

Fórum de manifestação dos associados, a assembleia é o espaço para eleição de membros do conselho de administração, aprovação de contas, alterações no estatuto social, entre outras deliberações de interesse do instituto.

Documentos das assembleias 2019

A governança do IBGC permeia o Código das Melhores Práticas 

Associados

No IBGC, todo associado, pessoa física ou jurídica, desde que em situação regular com suas obrigações financeiras e associativas, tem igual poder de manifestação na assembleia geral anual. Na assembleia são aprovadas as contas do instituto e deliberadas questões de interesse geral, como alterações do estatuto social. Também na assembleia são eleitos (ou destituídos) membros do conselho de administração e da diretoria. O associado também tem direito a candidatar-se ao cargo de conselheiro de administração do instituto. Clique aqui para acessar documentos e atas de assembleia.

Conselho de administração

Desde sua fundação, o conselho de administração do IBGC é formado por nove associados eleitos em assembleia geral. Em 2016, o instituto adotou a sucessão escalonada (staggered board). A cada ano, um terço (1/3) dos assentos do conselho eram submetidos à votação. Em 2019, o modelo foi revisto. Para evitar eleições anuais, o staggered board foi extinto e os mandatos foram unificados em dois anos, com possibilidade de reeleição por igual período. Desta forma, a partir de 2022, todos os nove assentos serão submetidos bienalmente à votação dos associados.

Os conselheiros do IBGC não obtêm ganhos financeiros vinculados ao instituto –  assim como os integrantes do board, coordenadores de capítulos também trabalham pro bono. Em linha com as recomendações do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, o IBGC incentiva que a composição de seu conselho contemple a diversidade de experiências, gênero, conhecimentos e origem regional. Além disso, o colegiado é avaliado anualmente. Clique aqui para acessar as atas de reunião do conselho e as avaliações anuais.

Os comitês conduzem estudos sobre matérias que demandam análise aprofundada e técnica antes de serem levadas à deliberação do conselho.

Atualmente, o IBGC conta com dois comitês, ambos formados por conselheiros:

Comitê de pessoas – Emite recomendações e opiniões sobre desenvolvimento e aprimoramento de políticas de atração e retenção de talentos, sucessão, avaliação de desempenho e treinamento da equipe. Vicky Bloch (coordenadora), Aron Zylberman e Monika Conrads compõem o órgão.

Comitê de auditoria e riscos – É responsável pelo monitoramento do desempenho econômico-financeiro. O órgão é composto pelos conselheiros Carlos Eduardo Lessa Brandão (coordenador), Doris Beatriz França Wilhelm e Iêda Novais (veja mais a seguir, no item Fiscalização).


Em situações com potencial conflito de interesses, o IBGC conta com colegiados de apoio que elaboram propostas submetidas à deliberação do conselho:

Colegiado e apoio ao conselho Conduta (CAC-Conduta) – Seu objetivo é gerir o Código de Conduta do IBGC, promover sua divulgação e atualização periódica, esclarecer dúvidas e interpretação e, em especial, receber e analisar denúncias de violações. Compõem o órgão:  Paulo Campos Salles de Toledo (coordenador),  Antonio Luiz S. Carvalho, Domingos Laudisio, Edy Kogut, Otávio Villares de Freitas, Sandra Papaiz e Wilson Carnevalli Filho. Leia mais no item Conduta, a seguir. 

Colegiado de apoio ao conselho governança e indicação (CAC-GI) – Atende a duas finalidades principais: indicar candidatos ao conselho de administração do IBGC, estimulando a participação de associados com perfis desejados; e elaborar análises e estudos sobre o sistema de governança do instituto que promovam seu aprimoramento e desenvolvimento em relação ao Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa. Compõem o órgão:  Leonardo Viegas (coordenador), Eliane Lustosa, Gilberto Mifano, João Verner Juenemann, Luiz Carlos de Queiroz Cabrera, Maria Helena Santana, Ricardo Setubal e Roberto Faldini. 


Além destes, o IBGC mantém o Colegiado Independente Recursal (CIR). O órgão aprecia e julga recursos de associados, pessoas físicas ou jurídicas, que venham a ser punidos pelo conselho de administração com a pena de exclusão do quadro social do instituto. Seus membros são indicados pelo conselho e ratificados pela assembleia geral ordinária (AGO). Compõem o órgão: Martin Glogowsky (coordenador), Dietmar Frank, Gunter Eberhardt, Maria Elena Figueira, Peter Harazim, Sergio Mindlin e Susana Jabra. Clique aqui para acessar o regimento interno.

Em 2017, foi criado o Second Chance, grupo de estudo formado por conselheiros, associados e terceiros voltado à avaliação de regras para a reincorporação de pessoas física ou jurídica excluídas do rol de associados do IBGC. A partir do trabalho desenvolvido, o conselho de administração aprovou, em setembro de 2018, as regras que nortearão a readmissão. São elas:

– Todos os associados (categorias pessoa física, pessoa jurídica e mantenedor) terão direito à segunda chance após cinco anos, contados a partir da decisão final de exclusão ou da renúncia durante o procedimento disciplinar;

– Cumprido o prazo de cinco anos, poderá o ex-associado apresentar o pedido de readmissão, com evidências que demonstrem a melhoria de suas práticas de governança corporativa (e de controles internos, no caso de pessoas jurídicas);

– Caberá ao conselho de administração do IBGC, diante do pedido de readmissão, avaliar as evidências de melhoria, podendo basear-se em relatórios externos e na opinião do CAC-Conduta;

– O resultado do processo de readmissão será restrito à parte envolvida.

Diretoria

Em 2019, os associados aprovaram mudanças estatutárias que culminaram em alterações na estrutura organizacional do IBGC. A mais significativa delas foi a extinção da diretoria estatutária e sua substituição por uma diretoria executiva não estatutária - ocupada pelos profissionais que, até então, respondiam pelas superintendências. A mudança visa refletir mais fielmente o dia a dia do instituto, onde os diretores (antigos superintendentes) ficam à frente das atividades operacionais. Assim, o conselho de administração tornou-se o único órgão estatutário do IBGC.

A diretoria do IBGC conta com suporte de comissões de apoio à gestão. São elas:

– Comunidade de Conselheiros Certificados IBGC;

– Congresso;

– Educacional;

– Internacional; e

– Temática.

Fiscalização

O conselho de administração do IBGC conta com o assessoramento de um comitê de auditoria permanente que o auxilia no controle sobre a qualidade de demonstrações financeiras e controles internos, visando a confiabilidade e a integridade das informações. Este sistema de vigília protege o IBGC e suas partes interessadas. Outra boa prática de governança adotada pelo instituto é a publicação anual de demonstrações financeiras, auditada por firma independente. 

Conduta

O Código de Conduta é um conjunto de normas que têm por objetivo administrar conflitos de interesse, em face do IBGC ou entre colaboradores, e dar corpo aos princípios de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa no âmbito das atividades do próprio instituto. As disposições do código se aplicam a associados, conselheiros de administração, coordenadores de capítulos ou comissões, professores, diretores, superintendentes, funcionários, profissionais certificados e também a terceiros que participam ou contribuem para as atividades. As tarefas de interpretação e aplicação do Código são do CAC-Conduta. O IBGC também oferece canais de denúncia que acolhem opiniões, críticas, reclamações e denúncias de todos os stakeholders. O instituto conta com um ouvidor e também oferece um canal de denúncias externo e independente. Assim, denúncias de condutas consideradas antiéticas são tratadas de forma adequada, sem conflitos de interesses e sob sigilo.  


O IBGC disponibiliza meios para que associados, colaboradores e demais stakeholders enviem manifestações, contribuições, elogios e críticas.

Ouvidoria - As manifestações são recebidas pelo e-mail ouvidoria@ibgc.org.br e acompanhadas pelo ouvidor Gunter Eberhardt, associado que voluntariamente exerce a função.

Canal de denúncias – Disponível desde 2018, é mantido em parceria com a ICTS, empresa independente e especializada no recebimento e condução de manifestações de forma sigilosa e sem conflito de interesses. Acesse aqui.

Confira os documentos que registram as práticas de governança do IBGC