Os erros mais comuns que as empresas cometem nas redes sociais

Ausência de planejamento estratégico, foco na qualidade dos seguidores e omissão diante de comentários negativos são problemas frequentes

  • 10/07/2019
  • Mayara Baggio
  • Eventos

Quando uma só postagem nas redes sociais pode atingir em média mil pessoas, esse assunto se impõe como um tema relevante no mundo corporativo. Os efeitos das redes sociais nos negócios foram alvo de discussão do webinar do IBGC na sexta-feira (5 de junho). 

A CEO da Planin e membro do board mundial do Worldcom Public Relations Group, Angélica Consiglio, a coordenadora da Comissão de Gerenciamento Riscos do IBGC, Luciana Bacci, e o conselheiro certificado e membro da mesma comissão, Waldemir Bulla, debateram como equívocos nas redes sociais podem comprometer a continuidade e a reputação das companhias. 

“Uma empresa não vai acertar 100% duas vezes, mas a forma como ela vai se comportar diante de uma crise de imagem vai determinar se ela é vencedora ou não”, defendeu Angélica. 

Para ela, a única forma de garantir que a empresa vai reagir corretamente é treinando. “É preciso que os conselhos questionem qual o posicionamento da companhia diante de ocorrências básicas e extraordinárias, preparem respostas de crise. Só o trabalho preventivo vai garantir essa segurança”, garantiu. 

No entanto, atuar de maneira responsável e preventiva no universo digital ainda configura um desafio para muitos conselhos de administração. Afinal, como os conselheiros podem antecipar crises corporativas? Angélica, Luciana e Bulla selecionaram os nove erros mais comuns das companhias nas redes sociais. Acompanhe:

  • Ausência de planejamento estratégico
  • Foco na quantidade e não na qualidade dos seguidores
  • Roubo de opiniões alheias
  • Ignorar comentários negativos
  • Tratamento igualitário para as diferentes mídias
  • Conteúdo excessivo ou não apropriado
  • Usar mídias como um megafone
  • Não interação da estratégia digital com o plano de comunicação da empresa
  • Não responder rapidamente às reclamações ou incidentes


Fake news
e monitoramento preventivo

Segundo a CEO, um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) apontou que uma notícia falsa é divulgada 70% mais rápido do que as verdadeiras, com efeito replicador para até 100 mil pessoas. 

Em meio à essa velocidade de informações, Bulla lembrou que 57% dos brasileiros dão importância às mídias sociais. Diante desse contexto, Luciana alertou que os conselheiros devem, cada vez mais, monitorar constantemente possíveis pontos sensíveis para suas empresas e setores de atuação.  

Veja o webinar na íntegra

Encontro aconteceu em São Paulo

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